sexta-feira, 4 de outubro de 2013

5 anos, 1 mês e 3 dias

Putz, como estou out...

Dia 01.09.2013 minha filha completou 5 anos!!!
Foi um dia lindo, na presença dos familiares e amigos queridos! Ela, com certeza, estava radiante! E eu... mais ainda! Num instante, a ficha caiu... Sou mãe de uma mocinha de 5 anos! O tempo está passando muuuuuito rápido!!!!!

Pensei: vou registrar essa passagem para os 5 anos no blog antes que o mês de setembro termine... mas... eis me aqui já no mês de outubro; Minha filha com 5 anos, 1 mês e 3 dias...rsrsrs

Bom, eu costumo dizer que em cada etapa da vida da criança é como se, de repente, houvesse uma transformação mágica. Quem é mãe sabe que eu não estou mentindo. Os filhos não crescem todos os dias; eles crescem do dia para a noite. E assim também foi com os 5 anos de minha filha. 

No dia seguinte ao seu aniversário, quando fui colocá-la para dormir, ela me pediu para retirar a grade de proteção de sua cama: - Mãe, você acha que uma menina grande de 5 anos precisa de proteção para não cair da cama?? (Quem é essa menina??? Quero minha bebezinha de voltaaaaaaaaa!!!). 
E assim foi. Nada mais de proteção na cama!! #orgulho
Mas, como sou mãe (traduzindo: louca), puxei a caminha auxiliar para o caso dela cair. Antes dela acordar, eu recolho a caminha.... kkkk! Se bem que teve um dia que ela viu e pirou. Mas eu esclareci que o problema não é com ela... a mamãe aqui é que tem problemas psicológicos! kkkkk!

Outro fato marcante: Dia 28/09/2013 - DENTE MOLE!
CHO-QUEI! E me emocionei!!! Filha mocinha totaaaaallll... :,)
Meooo Deusss não achei que seria tão rápido... Já???? É isso mesmo, produção???

E numa conversinha banal em casa: - Mamãe, vc não vai acreditar. Minha coleguinha 'Fulana', uma menina grande de 4 anos, gosta sabe de que? Cocoricó e Galinha Pintadinha...hahahahahahahaha.
Eu: Sim, filha, e o que é que tem?
Ela: Mãe (tipo Helooooow), quem gosta dessas coisas é bebê!!!
CHO-QUEI 2!
Cadê minha pequenininha que ganhou ingresso para o Teatro da Galinha Pintadinha pela melhor frase num concurso do tipo "Por que você merece ganhar".. e cuja resposta foi algo do tipo "Lá todos são felizes'????

Dá uma saudadezinha sim do tempo que não volta mais... mas também é muito gratificante e recompensador viver esse despertar da criança. Minha filha é minha pequena companheira. Agora são tardes juntas assistindo TV... são velhas-novas piadas... são diálogos, são pequenos-grandes momentos... e é uma FELICIDADE que não tem mais fim!!

E ai eu me vejo trabalhando tanto para um dia chegar ...e me pergunto: Onde é
Se fosse traduzido em 'Onde eu quero estar', eu sinto com todo meu coração que poderia dizer que JÁ CHEGUEI!!. Mas o meu LÁ é um tiquito mais além....rsrsrs!! E somente por isso que sigo nessa constante busca de equilíbrio entre os pilares da minha vida, plantando agora para colher mais na frente, mas sem esquecer que a mim já foi dado MUITO e esse MUITO precisa ser aproveitado HOJE...

E é isso que eu faço... nas tardes juntas, deitadas no sofá (e em tantos outros momentos), há 5 anos, 1 mês e 3 dias...

;)

Bom final de semana a todos!!
 

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

AdvoGatas!

Quem me conhece sabe que sou ADVOGADA por vocação.
Amo o que faço e me sinto feliz e realizada na maior parte do meu dia a dia, que não é feito só de vitórias, mas com certeza é de muita luta e muita dedicação.

E existem várias nuances desse meio jurídico em que vivo que também me fazem igualmente feliz, me divertem, me emocionam... aliás, acho que a advocacia é uma das profissões que permite que a gente tenha uma série de emoções conflitantes num curto espaço de tempo. Da alegria intensa à tristeza profunda em poucos dias (ex. Sua liminar ser cassada via agravo de instrumento). Do amor ao ódio num piscar de olhos (ex. Fazer uma audiência com um juiz que você ama as decisões e ele se mostrar um louco completo).

E para quem acha que nossa vida é fácil pelo fato do Direito "estar nos livros", eu digo que a afirmação é um grande engano. O Direito é tão dinâmico quanto a vida. E, na prática, a teoria é outra (e depende de tantas variáveis, interpretação, jurisprudência, prova, cabeça de juiz. etc). 

Uma vez, quando recém formada, ouvi de um advogado de renome aqui de Salvador, que " a advocacia se aprende aos tropeços", seguido de um conselho para que eu não me deixasse intimidar (Dr. Frederico Machado Neto, OBRIGADA!! O senhor não sabe o que significou pra mim naquele momento!!). E assim fui levando minha profissão, "... nem sempre ganhando, nem sempre perdendo mas aprendendo a jogar...". E esses dias navegando descompromissadamente pela net, me deparei com o blog: http://advogatas.wordpress.com, que basicamente consiste em relatos do cotidiano de advogatas (como eu...hehehehe!!),  dedicadas, femininas e, acredito, com pouco tempo de formadas. E ai relembrei meus tempos de principiante (não que faça tanto tempo assim....kkkk), assim como situações um tanto embaraçosas que ainda passo atualmente... mas que me fizeram rir (e muito) e pensar que vale a pena fazer um registro pra posteridade... portanto, aguardem!!! rsrsrs!

Por hora, deixo vocês com esse artigo que consta do blog ADVOGATAS acima mencionado (do qual, aliás, já sou seguidora e apreciadora), que conta a experiência de uma primeira audiência solo, na companhia de um bom salto alto vermelho!!! Apesar de não ter tido essa ideia na época, compartilho das conclusões.  kkkkkkk!!! Enjoy!! ;)

Minha 1ª audiência, estreando: O poder de um salto alto vermelho!




Depois de tanta ansiedade chegou enfim a primeira audiência que teria que fazer como advogada. Ai que frio na barriga! Como era um processo trabalhista li e reli a CLT umas 15 vezes pra não fazer feio (inclusive paguei o mico de levar um Vade Mecum comigo para o fórum… mas essa é uma outra história).
Pois bem… estava afiada na parte teórica da coisa, mas com um receio danado da parte prática. Diga-se de passagem que até então só havia presenciado umas 2 ou 3 audiências desse tipo – incluindo na soma uma da qual eu mesma tinha sido parte. Não podia fazer feio logo na estreia da minha carteira vermelha (recém entregue em uma cerimônia belíssima da OAB).
Ali, no desespero, olhava para a carteira, olhava para o processo, me perguntava como faria para ser respeitada sendo ainda tão inexperiente, com essa cara que denunciava meu diploma ainda cheirando a tinta da impressão. Pelo número da OAB da advogada da reclamada deduzi que ela deveria ter passado no exame há pelo menos uns 100 anos… ia acabar comigo.
Comecei a repetir a palavra “autoconfiança” como se fosse um mantra que me salvaria … foi quando embarquei em um desses pensamentos filosóficos que a gente tem na mesa do boteco e me deparei com a seguinte pergunta: Uai, o que pode conferir mais autoconfiança a uma mulher do que um belo salto alto vermelho?
Simples assim… era disso que eu precisava!
Autoconfiança = sapato lindo vermelho com um super salto. Não existe mulher no mundo que não se sinta poderosa vendo a vida uns 8 cm acima de todos.
E assim fui ao fórum – OAB vermelha na bolsa, salto vermelho no pé. Estreei um vestido tubinho sem mangas (sóbrio porém bem marcado no corpo), coloquei um relógio dourado, anelzão de formatura e minha correntinha da sorte. Usei uma pasta de couro que ganhei da minha mãe (que quase foi às lágrimas ao ver sua filha vestida de “advogada”).
Me senti tão bem, tão confiante que nem mesmo minha cliente percebeu meu nervosismo (ela nem imaginava que aquela era minha primeira audiência).
Nesse dia aprendi que na hora H, nos poucos minutos da audiência, a chave para o sucesso é estar confiante. Quando você se sente poderosa e sabe o que está fazendo as pessoas percebem isso e te respeitam… é mesmo uma questão de postura. Mas atenção, não estou falando de prepotência… humildade é tudo, mas ser coitadinha jamais.
Uma advogada, das boas, tem que ter firmeza, seriedade e serenidade. Tem que ter autoconfiança, estar sempre bem arrumada e não parecendo uma doida descabelada. Queridas, nós temos mais do que uma profissão, temos um status e precisamos zelar por ele.
Até hoje tenho meu salto alto vermelho… aquele da primeira audiência. Está lá, guardadinho de recordação, ao lado dos novos saltos pretos, azuis, de oncinha e… vermelhos.
As desmazeladas que me desculpem, mas ser advogata é fundamental!
Fonte: http://advogatas.wordpress.com/2013/02/25/minha-1a-audiencia-estreando-o-poder-de-um-salto-alto-vermelho/
 http://advogatas.files.wordpress.com/2013/02/christian-louboutin-shoes-declic.gif

Dedico este post às AdvoGatas mais PODEROSAS que conheço e que contribuíram para que eu fosse quem hoje sou: Dra Maria do Carmo Santana, Dra Ana Maria Regis e Dra Magda Teixeira de Almeida;
Às AdvoGatas companheiras de vida (e de luta): Dra Daniela Portela, Dra Gabriela Ferraz, Dra Tais Dórea, Dra Brenda Guimarães; e
Às AdvoGatas da família: Dra Johanna Lima, Dra Clara Lima e Dra Talua Dantas de Souza.

Que a gente nunca perca a capacidade de demonstrar nossa competência COM ELEGÂNCIA e EM CIMA DO SALTO.

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Dos brinquedos a serem substituídos....

Eu já contei aqui como Lara é uma menina apegada com certas coisas????

Apesar de ser uma criança que já nasceu em meio a tantas mudanças (de casa, de rotina familiar, etc.), fato é que ela tem uma certa dificuldade para desapegar de certas coisas. Digamos, ela valoriza muuuuuuuito tudo que a rodeia, o que tem seu lado positivo, mas também tem seu lado negativo/complicado/frustrante/difícil.

Uma vez fui dar uma geral nos brinquedos velhos dela, para doação, e a convidei para participar do processo de separação. Pense uma criança que sofreu??? E, detalhe, eram brinquedos que estavam entulhados no quarto de empregada há meses, sem qualquer uso... mas foi só ver que ela ficava "Meu ursinho não, que eu gosto tanto dele", "Meu (INSIRA AQUI QUALQUER BRINQUEDO) nãoooo! Eu gosto taaaaaaaaanto dele". 

E por ai foi... mas eu segui firme no meu propósito.... kkkkk! E mesmo depois de ter conseguido separar um saco enoooorme de coisas, com a anuência dela, cada vez que Lara passava na frente do saco, retirava alguma coisa...kkkkkk!

Dito isso... só queria contextualizar como os .brinquedos de Lara nunca estão velhos o suficiente ou estragados o suficiente para serem jogados fora... Os eletrônicos, por exemplo, quando "quebram", ela quer outro E-XA-TA-MEN-TE igual. E eu fazendo meu discurso de que "não cuidou", "melhor brincar com outra coisa agora", etc. Mas ela firme. Só "aceita" desfazer da tralha mediante outra igual...kkkkk!

Vocês acreditam que até em relação aos nossos carros, Lara não quer que troque???? Fica dizendo "Mas eu gosto taaaaaanto desse carrinho... quero ficar com ele pra seeeeeempre!!!" (Será que é genético???? kkkkkk - os íntimos entenderão!!). Ou "mamãe, esse carro pode ser meu quando eu aprender a dirigir??". E eu, na maior cara dura, ainda fico dizendo "Depende... se você se comportar"... kkkkkk! Gente rúim, assumo!!!!

E de repente eu vi como meu discurso pode ser contraditório. Se por um lado eu não permito que Lara substitua seus brinquedos não cuidados (por assim dizer), por outra versão nova, me vi me oferecendo para substituir uma boneca toda detonada que ela tem. E AMA.

Explico. Trata-se de uma boneca estilo 'Meu bebê' (entreguei a minha idade?), que ela ganhou no aniversário de 1 ano. Ela até ganhou outras bonecas dessa linha, mas a nenhuma se afeiçoou tanto quanto a essa. A pobre boneca, chamada de Gabi, passou por toda tragédia que uma boa boneca passa na vida. Teve sua roupa tirada e perdida, foi maquiada, canetada e esmaltada. Ficou IMUNDA e foi lavada na maquina de lavar - confesso. Foi jogada de um lado para o outro, ficou de canto, foi resgatada e, por fim, apesar de toda estrupiada, permanece entre os brinquedos preferidos.

AQUI UM PARÊNTESE: Ao escrever 'estrupiada', adjetivo muito comum no baianês, evidentemente que o corretor ortográfico não reconheceu a palavra, me apresentando as seguintes sugestões de substituição: estropiada, estruturada, estriada e estripada. kkkkkkkkkkkkk! Me diverti com a bobagem. Dentre as opções, a mais adequada para a boneca Gabi seria ESTRIPADA mesmo...kkkkkk! E, a prOpósito, baianês também não foi reconhecida. FECHA PARÊNTESE.

Pois bem, voltando a boneca Gabi, eis que os pés da boneca estavam para se soltar da perna de pano (o que agravou ainda mais a sua condição precária), e vem Lara me pede para costurar. Gente, sério mesmo, eu olhei para a boneca toda acabada, morri de pena da minha filha naquela situação e ofereci:  - Filha, não quer que a mamãe te dê uma boneca nova dessa não?? PÉM!PÉM!PÉM! Resposta ERRADA, ERRADA, ERRADA!!!! Fui pega por aqueles dois olhinhos acusadores: - Mas mamãaaaaaae, a gente não pode trocar as coisas porque elas quebram, tem que cuidar, tem que consertaaaaaaaaaaar!!!!

E ai?? Pegue seu banquinho... e saia de fininho.... tomou??? 
Se engana quem pensa que os filhos não ouvem o que a gente fala.... 
E depois dessa, a mim coube apenas costurar os pés de Gabi, né? E agora ela está lá, prontinha esperando a próxima aventura!!!

Quem nunca??? (Arquivo da net)


sábado, 3 de agosto de 2013

Paciência...

Paciência (Lenine)

Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede um pouco mais de alma
A vida não para...


Enquanto o tempo acelera e pede pressa
Eu me recuso faço hora, vou na valsa
A vida é tão rara...


Enquanto todo mundo espera a cura do mal
E a loucura finge que isso tudo é normal
Eu finjo ter paciência...

O mundo vai girando cada vez mais veloz
A gente espera do mundo e o mundo espera de nós
Um pouco mais de paciência...


Será que é tempo que lhe falta pra perceber ?
Será que temos esse tempo pra perder?
E quem quer saber ? A vida é tão rara
Tão rara...


Mesmo quando tudo pede um pouco mais de calma
Mesmo quando o corpo pede um pouco mais de alma
Eu sei, a vida não para... A vida não para não...


Como eu já até mencionei em outras oportunidades, o mundo não para de girar porque estamos tristes, ou porque estamos cansados... a gente tem que ir dançando conforme a música....
 
E digo mais. Apesar do ser humano ser capaz de superar e de se adaptar a coisas que sequer sonhamos sermos capazes, tem coisas que acho que a gente não se acostuma nunca... o coração não endurece, a dor não se torna menor... ou será que a vida ainda vai me mostrar que estou enganada?

Há duas semanas perdi uma tia muito querida. Além da dor da perda em si, infelizmente eu revivi um sentimento que vinha lutando para que ficasse bem guardadinho e "esquecido, assim como ocorreu em relação as minhas outras tias, meus irmãos e demais familiares. O fato reabriu feridas ainda não cicatrizadas e me fez tornar a me recolher no meu mundinho de introspecção. Câncer no pulmão. Muito rápido. Sequer teve um diagnóstico em tempo hábil e receber qualquer tratamento.
 
Muita coisa tem acontecido em minha vida sim, inclusive coisas muito boas, estou num momento de muito trabalho e muitas conquistas. E, como mãe, estou num momento de conflito intenso, pois, o reconhecimento do meu trabalho tem me gerado uma sobrecarga e Lara está numa fase de muita desobediência e muita "carência" de mãe...rsrsrs!

Mas vamos lá, né? Um dia após o outro... uns melhores, outros nem tanto... só o tempo, né? Já já estou de volta com meus dilemas da vida moderna!
 
Queria deixar registrado só uma pequena observação. O velório e enterro de minha tia foi em Porto Seguro, cidade em que esta nasceu e residia. Fui com o marido. Lara ficou. Mas eu nunca vi tanta criança em velório/enterro como nesse. De todas as idades, correndo pela igreja, acompanhando a "procissão" ao cemitério e circulando no local, na maior tranquilidade. Os maiorzinhos choravam, os bebês alheios a tudo e as crianças da faixa etária de Lara não demonstravam nenhuma reação (nem positiva nem negativa). Cidade de interior é assim... normal, natural. 
 
Pra completar o quadro, quando eu cheguei de viagem, expliquei a Lara como foi o enterro, o que é que acontecia, etc., e ela apenas me perguntou: - E por que é que eu não fui me despedir de tia Cila?  
 
Dentro desse quadro que vivenciei é uma boa pergunta, né?? Mas me limitei em responder: - Da próxima vez eu te levo filha!(SO ESPERO QUE DEMORE!!!!)

Foto tirada por Marido

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Casamento na roça!!!

Sei que estou devendo notícias da minha viagem, de como lidei e como Lara lidou.
Mas, pra variar, o momento é de correria, já que, logo em seguida ao meu retorno, viajei a trabalho, depois tiveram essas manifestações nacionais, ai veio o São João, 2 de Julho (feriado na Bahia) e Lara de férias... enfim... tenham paciência com esta que vós escreve!!! rsrsrsrs!

Estou passando rapidin-rapidin apenas para dizer que o nosso  SÃO JOÃO 2013, foi sucesso, com direito a casamento na roça e tudo mais!!!

Teve festinha na escola?? Teve, sim senhor!


Dançando!
A melhor amiga da escola: Bia.
Gustavo, Bia, Lara e Mari.

Teve casa de Bisa?? Teve, sim senhor!
Teve primos, fogueira, bagunça?? Teve, sim senhor!!!
 

Na mesa com o bisavô e os primos Theo, Luca e o amigo Cauã.

Teve casamento na família?? Teve, sim senhor!!
Teve milho cozinho, amendoin, pamonha, bolo, quentão?? Teve, sim senhor!





As irmãs e os priminhos! Heitor, Beca, Lalá, Eu!

Teve fogos e bandeirolas?? Teve, sim senhor!! 



Teve Copa das Confederações? Teve, sim senhor (#Brasilcampeão!!)!


Teve aeroporto fechado, voo cancelado com direito a mais um dia no interior?? Teve, sim senhor!!
 
Resumindo....
Teve criança FELIZ!!!!!!!!

Algumas considerações. 

-  O casamento na roça foi de minha tia Helvinha, que na verdade já é casada, mas nunca festejou. Nunca é tarde... rsrsrs! E o casamento foi ótimo, família toda reunida e vestida à caráter, lua linda, comida e bebida de primeira categoria!! Lara se divertiu muito!!

- Porto Seguro estava maravilhosamente decorada!!!! Bandeirolas pela cidade toda, formando inclusive as bandeiras dos países que estavam participando da Copa das Confederações, tudo lindo. Parabéns à nova Prefeita, Claudia Bacelar. Nunca mais tinha visto minha cidade (n.º 2) tão linda!

-  Minha filha quando vai para Porto é uma outra criança. Não sei se é por causa dos primos (lá ela só anda agarrada nos primos Théo e Luca, de 9 e 8 anos, que por sua vez cuidam dela direitinho, têm paciência, etc.). Ela fica muuito independente. Estourou bomba (track bebê) na mãoooo.... e eu quase enfartando!!! Affffff!

- Esse voo cancelado foi O FIM! Vários compromissos adiados da minha parte, Rodrigo perdeu trabalho, mais de 5 horas de aeroporto, mas Lara nos surpreendeu e se comportou maravilhosamente bem. E VIVA o Ipad!!

- Esse é o último ano de Lara com essa turminha da escola... ano que vem seus coleguinhas desde 1 aninho de idade seguirão para outras escolas e ela ficará, com apenas 1 coleguinha que também está "adiantada" como ela... já estou sofrendo pela separação...rsrsrs!

- BRASIL campeãooooooooo! ;)

domingo, 26 de maio de 2013

Enfim, Lua de Mel!!!!

Todo mundo sabe, por ter sentido na pele ou ouvido dizer, que a chegada de um filho dá uma baqueada no casamento. E com 'baqueada' eu não quero dizer crise, não, viu, gente, muito pelo contrário. Eu falo de mudança no relacionamento, do dia para a noite (por isso 'baque').

Claro que todo mundo meio que se prepara psicologicamente para a mudança da rotina familiar. Acontece que filho é para sempre e, se não tomarmos cuidado, aquele pequeno ser toma um espaço danado da vida do casal e o relacionamento vai se perdendo...

Graças a Deus meu marido é uma pessoa maravilhosa e com seu jeitinho peculiar, me ajudando e me apoiando em todos os momentos desde o nascimento de nossa filha, sem pressão e sem nada, ia sempre me lembrando que eu não era somente mãe. O exemplo clássico que dou, da forma como ele me ajudou a lidar com a situação, é do momento em que nossa filha passou a dormir no próprio quarto. 

Quando nossa filha nasceu, nós estávamos sem casa. Vendemos nosso apê para comprar um outro maior na planta, a entrega atrasou e, por fim, fomos para casa de meus pais. Lara dormia em seu bercinho em nosso quarto. De lá, seguimos para o apartamento de meu irmão, recém entregue, onde Lara também não tinha um quarto, então, dormia em seu bercinho, no nosso quarto. Até que, no dia 12 de junho de 2009, fomos finalmente pra nossa casinha!! O quarto da princesa tooodo arrumadinho... mas, Lara continuava dormindo em seu bercinho portátil, no meu quarto. Todo mundo me perguntando quando Lara iria dormir no quarto dela, e eu sempre dando uma desculpa. Como o marceneiro que fez os armários não tinha concluído o do quarto de Lara, que estava sem portas, eu dizia que ela iria quando fossem colocadas as portas do guarda-roupa (o que é que tinha a ver, nem eu mesma sei dizer). Até que um belo dia, maridinho virou para mim, bem tranquilo, bem de boa e disse: Você quer esperar as portas do guarda-roupa, vamos esperar. Mas você sabe que Lara vai ter que ir pro quarto dela, né? (Oi? Eu? Como?).

Saber eu sabia... um dia isso ia acontecer...rsrsrs! Bom, naquele momento eu pensei 'É sério! Ela vai ter que ir.' E ela foi. E foi importante esse momento, pra ela, pra mim, para o casal. Tudo bem que na primeira noite ela dormiu tranquila, só acordou 1 vez para tomar seu leite, mas eu levantei 8 vezes para vê-la (próximo filho, se rolar, preciso de uma babá eletrônica com câmera!). 

Pois bem. Com a chegada dos filhos, é fato que o casal perde a espontaneidade em uma série de coisas, já que a função de Pais toma um tempo danado e vem na frente da função Marido/Mulher. Mas... tão verdadeiro quanto tudo acima dito é que os filhos crescem e vão em busca do próprio caminho. É o que a gente espera que eles façam. Daí porque os companheiros que elegemos para serem nossos parceiros de toda uma vida não podem ficar esquecidos. E o que antes era natural, diante da inexistência de filhos e uma maior liberdade dentro de casa, passa a ter que ser pensado e planejado. É uma mudança de dinâmica, mas igualmente boa quando o casal se dispõe em fazer.

Eu já tinha teorizado sobre isso muitas vezes antes de ter filho. Mas, logo após o nascimento de minha filha, veio toda questão familiar de saúde de meus pais e eu tive que priorizar meu lado FILHA, então, nem puder pôr em prática minhas teorias... mesmo nesse momento meu marido foi um super companheiro e um super pai, suprindo minhas ausências para nossa filha e me apoiando em todos os sentidos. TODOS. Superadas essas questões, era chegada a hora de buscar um equilíbrio entre as funções de PAIS e de CASAL, pra viver bem, fortalecer nossa família e propiciar à nossa filha um ambiente de amor, união, compreensão, respeito, ou seja, um ambiente familiar saudável.

A Família é a primeira oportunidade que o individuo tem para se entender como um ser social (que pertence e vive em sociedade) e espero que minha filha viva essa experiência da melhor forma possível, tendo a certeza de que ela só veio a esse mundo para SOMAR. 

Tem um post de um site que eu A-D-O-R-O sobre a maternidade (www.minhamaequedisse.com), cujo título é 'Nasce o filho, nascem os pais, morre o casal?Não'  que retrata bem minha opinião sobre o assunto, especialmente quando conclui:
.... por mais incrível, lindo e especial que teu filho seja, ele não é sua propriedade. Você se imagina bem velhinha (o), cabelinho branco, sentada (o) num balanço e tomando um chazinho com seu marido, sua esposa, ou seus filhos? Pois é. Os filhos crescem e tomam seu próprio rumo. Invista em seu casamento. Ele é a base que seu filho precisa para crescer feliz. (Leia na íntegra http://minhamaequedisse.com/2012/05/nasce-o-filho-nascem-os-pais-morre-o-casal-nao/)
Tudo isso para dizer que após 4 anos e 9 meses (praticamente) do nascimento de nossa filha, estamos partindo para uma 2a LUA DE MEL, cheios de sonhos e expectativas. Serão 10 dias só para nós dois (será que eu ainda aguento???) ... A garotinha ficará aos cuidados dos tios, dindos, babá e uma rede de amigos maravilhosos (a louca aqui fez calendário dos dias, planilha de telefones e listas de cuidados, observações, recomendações...rsrsrsrs). 

Lalá está ciente de tudo, sabendo para onde nós vamos, já fez suas exigências de presentes e por hora está beeem tranquila. Na volta eu conto como foi. 

Deixo vocês com um videozinho que minha irmã fez com Lara, para me deixar bem tranquila na viagem (#soquenao). Beijooos e até!!!!

video

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Eu já fui pontual...

Da série 'Antes de Ser Mãe': Eu já fui pontual!!!!

E sempre fui pontual porque gostava!! Se tinha um compromisso 10hs, chegava no mínimo 10 minutos antes. O atraso me deixava angustiada... demais!!! Também não gostava do atraso alheio, mas esse não me causava a ansiedade que meu próprio atraso me causava. 

Só para dar uma ideia do alcance da loucura coisa, lembro que, durante a faculdade, minha aula começava às 07 da manhã e eu preferia ir de ônibus a esperar Rodrigo (na época, namorado) me pegar para irmos de carro. Detalhe: minha casa era praticamente caminho entre a casa dele e a UCSAL. Eu acordava 05:30 da manhã para pegar o ônibus que passava 06:20 e chegava bem tranquila, com 10 minutos de antecedência...rsrsrs!

Teve um dia que Rô foi me pegar e se atrasou... e quando ele chegou na porta de meu prédio eu estava chorando (hoje eu rio da história). #alouca

Mas fato é que eu adorava me declarar uma pessoa pontual aos quatro cantos, me orgulhava mesmo... e hoje fico triste em ter que admitir que eu sou uma pessoa que só anda correndo atrás do relógio. Eu já fui pontual sim... mas isso foi antes de eu SER MÃE.

Depois que minha filha nasceu, eu não me lembro de um dia sequer que eu tenha acordado e pensando 'estou no horário'. Nossa, todo dia estou atrasada... até Lara já sabe... é agente acordar e correr contra o tempo pra se arrumar e mesmo assim,  eu atrás dela dizendo "Bora Lara, que a gente já está atrasada". 

Agora, meus dias se resumem em "atrasada" ou "mega atrasada"...kkkkkkk! Já aceitei minha nova condição, fazer o que, se de manhã, na hora de sair de casa, a pequena quer fazer n.º 2?? E a louca aqui ainda fica toda hora perguntando "Terminou? Terminou?". Até que outro dia Lalá me deu um chega-pra-lá: "Quando eu terminar eu te aviso, não precisa perguntar". Tóin!

E quando vou sair sem ela, é impressionante mas é só pegar a bolsa que ela acorda e grita "Mamãe, quero meu gagaaau." Ai... eu fico com peninha de acordar o papai, sendo que eu ainda estou em casa, e vou lá perder meus bons 10 minutos entre fazer a vitamina e dar...

E ai, vocês me perguntam: Mas criatura, e as audiências?
Bom, pra essas eu não me atrasei (ainda), mas acredito que é por força dos resquícios daquele tempo que eu ainda era pontual. Como audiência é coisa séria e o juiz não espera, eu me programo para sair com muuuuuuita antecedência do horário marcado. Contudo, devo admitir, que em relação ao horário que eu me programei para sair, SEMPRE me atraso. Ex: A audiência é 08hs e eu me programo para sair às 06:20. Me atraso, e saio 06:40, sacaram? Mesmo chegando no horário (Graças a Deus), isso não me impede de continuar com minha ladainha matinal do "estou atrasada".

Como é que pode uma pessoa que já foi tão pontual, como eu fui, hoje fazer dos '15 minutos de tolerância' um direito?? Sou péssima, me sinto péssima... afff! Claro que nosso trânsito abençoado também não ajuda, né?!!!!

E na escola de Lara?? Todo dia atrasada... sorte minha que minha filha ama a escola (o que não isenta da culpa), tanto que outro dia cheguei para buscar minha filha no horário e quando ela me viu logo ao sair da sala me disse "Mãe? Nãaaaooo!! Eu ainda vou brincar"...kkkkkk! Meu atraso virou um direito dela também, de brincar mais um pouquinho... rsrsrs!! Fora isso, as funcionárias-fofas-que-eu adoro ainda passam a mão na minha cabeça, dizendo que tem mães que são bem mais atrasadas que eu! Ok, meninas, obrigada, valeu mesmooo a intenção de vocês, mas, o fato de saber que existem mães "piores" que eu, não faz de mim uma mãe "melhor" :(((

E ai, gente, será que um dia eu ainda consigo voltar à pontualidade??? Senhor, me ilumina!!!!!